Cattleya walkeriana var. tipo "Feiticeira"

Cattleya walkeriana var. tipo ‘Feiticeira’
Enfim, a tão falado Feiticeira’, que encanta e fascina milhares de colecionadores ao redor do mundo. Em 1839, nas redondezas do rio São Francisco em Minas Gerais, foi descoberta pelo grande Senhor G. Gardner a espécie Cattleya walkeriana, originalmente tendo o nome como Epidendrum walkerianum . O nome Cattleya walkeriana foi em homenagem ao Senhor Ed. Walker (que lhe ajudou em suas expedições ao Brasil) e o sinônimo Cattleya gardneriana, pelo próprio descobridor. Passado isso, aproximadamente 120 anos depois da descoberta da espécie, o saudoso Senhor José Dias de Castro, quando comprou um lote de plantas coletadas pelo conhecido "Zé do Mato", se surpreendeu quando achou a planta cuja simetria e sua forma eram perfeitas, sua beleza era única e o cheiro encantador, levou a um grupo de colecionadores e amigos, no qual o Senhor Orestes Loboda a batizou de Cattleya walkeriana 'Feiticeira' ", na qual em pouco tempo se tornou uma das Cattleyas mais cobiçadas, queridas e encantadoras no Brasil e no Mundo pelos colecionadores de orquídeas. Até ai já entendemos o quão linda e cobiçada essa planta é, mas já se perguntou o que faz essa planta ser única? A resposta é simples. Até os dias de hoje, NENHUM laboratório foi capaz de reproduzir a mesma planta, nem por sementes e nem por meristemas (na realidade já conseguiram clonar ela, mas alguns relatos que já ouvimos é que ela não vem no seu todo potencial, havendo variação em tamanho e forma), pois é extremamente difícil o auto-cruzamento com o mesmo material genético (que causa deformidade nos indivíduos) resultando em cápsulas de sementes estéreis. A reprodução via meristema também falhou, pois não consegue reproduzir a planta em toda sua potencialidade. Restou então a única opção, os cortes da própria planta original, da coleção do Sr. José Dias de Castro. Todas as plantas ORIGINAIS comercializadas são resultados de anos de cultivo e cortes de plantas matrizes particulares. Com uma cor rosa que nos enche os olhos, um cheiro que encanta qualquer pessoa que passar por perto, ela possui uma forma de gota com o encontro dos labelos. Elas gostam de serem cultivadas em ambientes quentes e úmidos (também suportando alguns períodos de seca), tendo boa claridade (algumas recebendo até mesmo Sol direto em seu habitat NATURAL) e boa ventilação. Podem ser cultivadas em vasos cerâmicos com sphagnum puro ou misturado com casca de pinus (ou alguma outra madeira de boa procedência), placas de peroba ou xaxim. A dificuldade de cultivo está entre média e alta, porém não indicada para iniciantes por seu alto valor comercial. É de grande valia sempre tomar cuidado ao adquirirem um exemplar, pois muito dizem ter o que não tem. As plantas disponíveis em nossa loja, como dito anteriormente, é obtida por cortes de nossa planta da coleção particular, com toda sua autenticidade e preservação da mesma. Vale ressaltar que nos dias de hoje, a coleta de plantas da natureza é expressamente PROIBIDA e devemos ter a consciência de ajudar a natureza a se recuperar e se reflorestar

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